quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Operação desarticula quadrilha de assaltantes em Parnaíba e Teresina


Bando é suspeito de vários assaltos a empresários, empresas e comércios. Alguns integrantes estão envolvidos nas explosões a caixas eletrônicos.



Operação em Parnaíba e Teresina desarticula quadrilha de assaltantes
(Foto: Divulgação/Polícia Civil)

A operação Tsunami desarticulou na manhã desta quarta-feira (22) uma organização criminosa suspeita de vários assaltos a residências de empresários, médicos, comerciantes e empresas em Teresina e Parnaíba. Segundo o delegado Riedel Batista, a ação também prendeu mais integrantes da quadrilha de explosões a caixas eletrônicos em Luís Correia.



Ao todo estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e 18 mandados de prisão, sendo dois desses em Teresina e cinco das prisões são referentes a suspeitos de explosões a caixas eletrônicos.


Até o momento, 12 pessoas foram presas, arma de fogo, droga, dinheiro e veículos apreendidos. A ação conta com a participação da Delegacia Regional de Parnaíba, Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) e Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança (Núcleo Parnaíba), com o apoio da Delegacia de Piracuruca.

"As investigações iniciaram depois da sequência de roubos a estabelecimentos comerciais em Parnaíba. A Delegacia Regional de Parnaíba, juntamente com o Núcleo de Inteligência da cidade, fizeram um levantamento e identificaram que os crimes eram comandados por dois irmãos Alan Santos Nunes e Alex Santos Nunes, conhecidos por 'Gêmeos', que atualmente estão presos na Penitenciária Irmão Guido", revelou o delegado.

Logo nas primeiras horas da manhã foram presos Marlon Sheldon Lopes do Nascimento, Cássio José dos Santos Diniz, Fabiano Machado de Sousa, Roberta de Castro, Francisco José Figueiredo, Cristiano Silva Santos, Hélio Júnior Pereira, Liliane Carlos de Brito, Tárcia Veras de Carvalho Souza, Tárcio Veras de Carvalho Souza.



De acordo com Riedel Batista, os irmãos vinham comandando a organização criminosa de dentro do presídio e se articulando com outros criminosos de Parnaíba e Teresina para a realização de assaltos no litoral. Ele confirmou também que a quadrilha de assaltantes e explosões a caixas eletrônicos se conheciam, como também se ajudavam nos crimes.


"A maioria dos presos tem passagem pela polícia por tráfico de drogas, organização criminosa, assaltos e explosões a caixas eletrônicos. Um dos suspeitos inclusive já tinha sido preso na Operação Estouro em Esperantina, quando tentava explodir o Banco do Brasil da cidade. Ele estava solto a quatro meses", destacou Riedel.


Por Catarina Costa/G1 PI

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