segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Homem é encontrado morto na margem do rio, em Parnaíba





No início da tarde desta segunda-feira (15/08), um homem de 31 anos de idade foi encontrado morto na região dos Tabuleiros, na zona rural de Parnaíba, a margem do rio Igaraçu, já sem vida e vítima de suicídio. O homem, que tinha endereço no Bairro Bebedouro, estava desaparecido desde a manhã de domingo (14/08).

Geralmente as pessoas que são propensas a tal prática têm ideias de morte, ideias suicidas, desejo de suicídio, intenção de suicídio, plano de suicídio, tentativas de suicídio, atos impulsivos e o próprio suicídio.

Os familiares e amigos devem ficar atentos quanto aos sinais para ajudar na prevenção. São situações de perda recente de alguém querido, sobreviver a uma tentativa anterior, perda de prestígio, doenças sérias, problemas financeiros reais ou imaginários, histórico familiar de suicídio, alguém próximo que tenha cometido suicídio.

Nestas condições as pessoas frequentemente falam sobre morte/suicídio, doam suas posses, tem mudanças no humor, encerram relacionamentos íntimos, choram com frequência, sorriem menos, mudam as expressões, falam negativamente de si mesmas, não participam de atividades que faziam antes, compram armas ou remédios, leem sobre suicídios, apresentam tristeza sufocante, buscam isolamento e afastamento, se sentem um fardo para as outras pessoas.

São muito comuns as expressões: “É tarde demais agora”, “Eu não posso continuar.”, “Eu não tenho nada pelo que viver.”, “Estou cansado da vida.”, “Ninguém se importa com o que acontece comigo.”, “Não há nada mais para fazer.”, “Pra que serve.”, “Eles não vão ter que lidar comigo.”, “Estou no fundo do poço.”, “Eles vão ficar melhor sem mim.”, “Só quero que a dor pare.”, “Ninguém me compreende.”, “Você não me entende!”.

As pessoas podem ajudar fazendo contato com quem tem ideação suicida para ouvi-la, deverá escutá-la com cuidado e sem julgamentos, procurar entender a pessoa está sentido, demostrar preocupação, procurar ajuda ou auxílio se julgar necessário, falar honestamente sem ofertar falsas esperanças, não ter medo de falar sobre suicídio.

Ficção e fato em relação ao suicídio

Fonte: CN/Por Daniel Santos

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