quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Comparando se escolhe o melhor caminho




Vai ser difícil para a oposição, em Luís Correia, sustentar um discurso de campanha sem obras. Sim, porque a oposição de hoje, já passou pela prefeitura ontem. E todos sabemos como a história terminou. Aliás, na oposição estão dois ex-prefeitos e três que já foras vices.

Toinzinho, acabado politicamente, Kim, processos pra todo lado e Maninha, três anos e meio recebendo salário sem pisar na prefeitura e muita choradeira.
Numa oposição que não apresenta o novo e não tem nada para mostrar, as promessas e sonhos, ataques, ao que eventualmente tenha ficado por fazer, pela atual administração, por si só não sustentam um discurso, não convence, principalmente se consideramos que muitas coisas estão dando certo.

O que se apresenta hoje, no cenário das eleições, é um jogo de cartas marcadas, figurinhas carimbadas, que tiveram oportunidades e não responderam à altura, ou não executaram 10% do seu plano de governo defendido em campanha. Não existe o novo na oposição. Na realidade, o novo está em exercício: pela primeira vez na história, Luís Correia é administrada por uma mulher. E a avalição do trabalho deve ser feita sob a ótica da responsabilidade, da transparência e das promessas de campanha. Afinal, se apostou em um programa de governo.

Luís Correia precisa acabar com o olhar de conveniência, dos interesses pessoais, quando o foco deve ser a coletividade, o bem comum. Ou seja, o município em toda a sua complexidade: realidade de contraste entre zona urbana e rural; necessidade de avançar, mais ainda, na modernização da máquina pública; manutenção e ampliação de serviços essências, como saúde, educação, abastecimento de água na zona rural, urbanização e outros serviços e políticas públicas. Como fazer isso? Primeiro admitindo que o desenvolvimento do município é bom para todos; segundo, observar e comparar o que se fez e o que se está fazendo. O método comparativo ainda é o mais eficiente para separar o que é bom do o que não; o que deu certo do que foi um desastre.  

por Daniel Fossey

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